Supermercado
Margem baixa e ticket alto. O cashback converte bem porque a pessoa já ia encher o carrinho — o crédito só decide onde.
Smart Charge
Carregando…
O motorista paga a recarga por kWh e recebe cashback para gastar na loja. O Smart Charge mede quanto desse crédito volta em venda, prevê o tempo de carga e mostra o retorno de cada vaga.
Não é um relatório de quantos kWh saíram. É a operação inteira numa tela: o que a recarga rendeu, quanto voltou como cashback e o que disso virou venda na loja.
Telas reais do painel, com dados de demonstração.
A plataforma
O Smart Charge reúne carregadores, sessões de recarga, clientes, cupons e vendas num lugar só. Em vez de uma planilha do equipamento, outra do caixa e um palpite ligando as duas, o lojista abre uma tela e vê a linha inteira: quem recarregou, quanto consumiu, se comprou e quanto isso rendeu.
O lojista tem o painel. Quem recarrega tem o aplicativo — onde encontra o ponto, reserva a vaga, paga e vê o cashback virar crédito naquela loja. É o mesmo ciclo, visto de quem está com o carro.
O cashback de cada loja e as reservas em aberto. Cancelar com antecedência devolve o valor à carteira.
Onde tem carregador, quanto custa o kWh e quanto volta de cashback. Aberto a qualquer um, sem conta.
Saldo e extrato, com recarga por Pix, cartão ou boleto. Cada movimento aparece com data, motivo e valor.
Foto, nome, senha e tema. A foto vira o ícone da própria aba, e o tema acompanha a conta em qualquer aparelho.
Telas reais do aplicativo, com uma conta de demonstração. Os pontos de recarga e os valores são fictícios.
Com vários carros disputando a mesma folga, o sistema divide a potência pelo que cada bateria realmente aceita. É justo, e ignora a única informação que só o motorista tem: se ele tem pressa. Quem vai ficar duas horas no mercado não precisa de 50 kW.
Ela sempre calculou tudo dentro do próprio navegador, e isso continua: é o que faz a tela funcionar com a internet da loja fora do ar. O que mudou é que, quando há rede, a recarga passa a existir no servidor — e o QR do rodapé, que antes era só um desenho, virou um código de verdade.
A regra antiga era gulosa e só olhava para trás: guardava quando sobrava sol, devolvia quando entrava o horário de ponta. Falhava justamente no dia em que três reservas caem às 19h — o sol já se pôs e a bateria chega vazia. Agora ela persegue uma meta que sai das reservas já marcadas, porque uma reserva é uma sessão que a loja já sabe que vai acontecer.
de carga às 18h, com a regra antiga — a que só olhava para trás.
com a reserva das 19h já marcada. O mesmo dia, a mesma bateria.
O horizonte é de seis horas, e não é enfeite: sem ele a meta só apareceria no passo da própria reserva — que às 18h já é ponta, quando carregar da rede está proibido. A bateria acordava tarde e chegava com menos carga do que começou o dia. Foi um teste que pegou isso, não a revisão do código.
Telas reais da aplicação, com a loja de demonstração. Os pontos de recarga e os valores são fictícios.
Quanto de cashback devolver depende da margem e do tempo de permanência. O painel troca as premissas por segmento e refaz o cálculo.
Margem baixa e ticket alto. O cashback converte bem porque a pessoa já ia encher o carrinho — o crédito só decide onde.
Permanência longa e margem folgada. A recarga cabe inteira dentro do banho e tosa, e o cashback volta como ração na saída.
Tempo de mesa previsível. A previsão de recarga entrega o carro pronto perto da conta, e a vaga gira no horário de pico.
Vários lojistas, um estacionamento. O painel separa o retorno por ponto e mostra qual vaga puxa qual operação.
Frequência alta e horário fixo. O mesmo cliente volta três vezes por semana, e o cupom identifica quem é sem pedir cadastro.
Visita curta e recarga curta. O crédito costuma sobrar para a próxima passagem, e é isso que faz a pessoa voltar.
Como o retorno aparece
A energia é vendida por kWh, então a vaga não custa à loja — ela se banca. O que traz o motorista para dentro é o cashback: parte do que ele gastou na recarga volta como crédito que só vale ali. E crédito sem medida não sobrevive à primeira revisão de orçamento.
O painel está no ar com dados de demonstração de três lojas e trinta dias de operação. O mapa de carregadores é aberto e não pede login.
Ela fala sobre o produto e não acessa dados de nenhuma loja.