Smart Charge

Carregando…

Transformando inovação
em realidade.

O motorista paga a recarga por kWh e recebe cashback para gastar na loja. O Smart Charge mede quanto desse crédito volta em venda, prevê o tempo de carga e mostra o retorno de cada vaga.

Mapa público de carregadores Encontre um ponto Smart Charge perto de você. Sem cadastro, sem login.

O painel por dentro

Não é um relatório de quantos kWh saíram. É a operação inteira numa tela: o que a recarga rendeu, quanto voltou como cashback e o que disso virou venda na loja.

Painel do lojista: erro da previsão de recarga, sessões por hora do dia e a curva de uma recarga em andamento. Painel do lojista: retorno da operação, cashback e os indicadores rápidos da loja. Painel do lojista com o assistente aberto, respondendo perguntas sobre as sessões e o faturamento da loja.

Telas reais do painel, com dados de demonstração.

A plataforma

Um único painel para toda a operação

O Smart Charge reúne carregadores, sessões de recarga, clientes, cupons e vendas num lugar só. Em vez de uma planilha do equipamento, outra do caixa e um palpite ligando as duas, o lojista abre uma tela e vê a linha inteira: quem recarregou, quanto consumiu, se comprou e quanto isso rendeu.

  • Retorno atribuído — lucro da visita contra o custo de energia e a amortização do equipamento.
  • Cashback por recarga — quanto foi emitido, quanto foi resgatado no caixa e o que sobrou de crédito em aberto.
  • Previsão de recarga — quanto falta para a vaga liberar, calculado pela curva de carga real.
  • Assistente — pergunte em português sobre a sua loja e receba a resposta com os números dela.
O painel do Smart Charge em dois celulares: a tela de entrada e o painel do lojista com o gráfico de lucro atribuído.

Do outro lado do carregador, a pessoa que dirige

O lojista tem o painel. Quem recarrega tem o aplicativo — onde encontra o ponto, reserva a vaga, paga e vê o cashback virar crédito naquela loja. É o mesmo ciclo, visto de quem está com o carro.

  • Tela inicial do aplicativo: cashback acumulado numa loja parceira e uma reserva confirmada, com a opção de cancelar.

    Dashboard

    O cashback de cada loja e as reservas em aberto. Cancelar com antecedência devolve o valor à carteira.

  • Mapa de São Paulo com doze pontos de recarga marcados, e um aviso de que as localizações são simuladas.

    Mapa

    Onde tem carregador, quanto custa o kWh e quanto volta de cashback. Aberto a qualquer um, sem conta.

  • Carteira do aplicativo: saldo de R$ 153,70 e o extrato com recargas, reserva e estorno.

    Carteira

    Saldo e extrato, com recarga por Pix, cartão ou boleto. Cada movimento aparece com data, motivo e valor.

  • Ajustes da conta: foto de perfil, escolha de tema claro, escuro ou automático, e troca de nome.

    Ajustes

    Foto, nome, senha e tema. A foto vira o ícone da própria aba, e o tema acompanha a conta em qualquer aparelho.

Telas reais do aplicativo, com uma conta de demonstração. Os pontos de recarga e os valores são fictícios.

Quando falta potência, a vaga pergunta em vez de cortar

Com vários carros disputando a mesma folga, o sistema divide a potência pelo que cada bateria realmente aceita. É justo, e ignora a única informação que só o motorista tem: se ele tem pressa. Quem vai ficar duas horas no mercado não precisa de 50 kW.

A telinha da vaga perguntando: potência cheia a 50 kW com 1 vez o cashback, 60% da potência a 30 kW com 1,5 vez e mais 16 minutos, ou 30% a 15 kW com 2 vezes e mais 56 minutos.
Aceitar menos potência rende mais cashback — o mesmo multiplicador que já existia para o horário, agora também para a paciência. A oferta só aparece quando falta potência de verdade, e cada opção diz o preço em minutos: prometer o dobro de crédito sem dizer que custa 56 minutos é vender sem mostrar a etiqueta.

A telinha virou sessão de verdade

Ela sempre calculou tudo dentro do próprio navegador, e isso continua: é o que faz a tela funcionar com a internet da loja fora do ar. O que mudou é que, quando há rede, a recarga passa a existir no servidor — e o QR do rodapé, que antes era só um desenho, virou um código de verdade.

A telinha da vaga carregando, com o QR real no rodapé.
O código é gerado no servidor: a política de segurança do site proíbe script de terceiro, e trazer uma biblioteca de QR por CDN custaria abrir essa porta na mesma origem do cookie de sessão.
A página no celular: 34% de carga, energia entregue, potência atual, quanto já custou e quanto voltou como crédito.
Quem aponta a câmera acompanha ao vivo, sem instalar nada e sem fazer login. Quem leu o código estava ao lado daquela vaga — exigir cadastro ali seria cobrar pedágio no pior momento.

A bateria da loja olha a agenda

A regra antiga era gulosa e só olhava para trás: guardava quando sobrava sol, devolvia quando entrava o horário de ponta. Falhava justamente no dia em que três reservas caem às 19h — o sol já se pôs e a bateria chega vazia. Agora ela persegue uma meta que sai das reservas já marcadas, porque uma reserva é uma sessão que a loja já sabe que vai acontecer.

12%

de carga às 18h, com a regra antiga — a que só olhava para trás.

43%

com a reserva das 19h já marcada. O mesmo dia, a mesma bateria.

O horizonte é de seis horas, e não é enfeite: sem ele a meta só apareceria no passo da própria reserva — que às 18h já é ponta, quando carregar da rede está proibido. A bateria acordava tarde e chegava com menos carga do que começou o dia. Foi um teste que pegou isso, não a revisão do código.

Telas reais da aplicação, com a loja de demonstração. Os pontos de recarga e os valores são fictícios.

Inteligência aplicada ao seu segmento

Quanto de cashback devolver depende da margem e do tempo de permanência. O painel troca as premissas por segmento e refaz o cálculo.

Supermercado

Margem baixa e ticket alto. O cashback converte bem porque a pessoa já ia encher o carrinho — o crédito só decide onde.

Pet shop

Permanência longa e margem folgada. A recarga cabe inteira dentro do banho e tosa, e o cashback volta como ração na saída.

Restaurante

Tempo de mesa previsível. A previsão de recarga entrega o carro pronto perto da conta, e a vaga gira no horário de pico.

Shopping

Vários lojistas, um estacionamento. O painel separa o retorno por ponto e mostra qual vaga puxa qual operação.

Academia

Frequência alta e horário fixo. O mesmo cliente volta três vezes por semana, e o cupom identifica quem é sem pedir cadastro.

Farmácia

Visita curta e recarga curta. O crédito costuma sobrar para a próxima passagem, e é isso que faz a pessoa voltar.

Como o retorno aparece

A recarga se paga sozinha.
O cashback é o que traz a pessoa para dentro.

A energia é vendida por kWh, então a vaga não custa à loja — ela se banca. O que traz o motorista para dentro é o cashback: parte do que ele gastou na recarga volta como crédito que só vale ali. E crédito sem medida não sobrevive à primeira revisão de orçamento.

O cashback traz para dentro quem só ia recarregar

  • O motorista escolhe pelo mapaEle procura onde recarregar, não onde comprar. A vaga é o que decide a parada.
  • Ele paga a recarga por kWhA energia é receita, não custo de marketing. A vaga se banca sem depender da loja aprovar um orçamento.
  • Parte volta como crédito da lojaNo fim da sessão sai um código com o cashback daquela recarga. Ele só vale ali dentro — para usar, a pessoa entra.
  • O resgate liga a recarga ao caixaQuem passa no caixa com o código vira uma venda atribuída, sem formulário nem cadastro.
Fachada de um centro comercial com estacionamento na frente.

O painel diz quanto do crédito virou venda

  • Emitido contra resgatadoCashback que ninguém gastou não trouxe ninguém para dentro. A distância entre os dois números é o que diz se o percentual está certo.
  • O que a visita rendeu além do créditoSe a pessoa gastou mais do que o cashback cobriu, a diferença é receita nova — e é ela que justifica o programa.
  • Cada loja tem um percentual diferenteEle depende da margem, do ticket e de quanto o carregador custou. Não é número de tabela, e o painel recalcula com os dados da operação.
Pessoa conectando o cabo de recarga a um carro elétrico.

Pronto para ver a conta da sua loja?

O painel está no ar com dados de demonstração de três lojas e trinta dias de operação. O mapa de carregadores é aberto e não pede login.

Dúvida sobre o Smart Charge? Pode perguntar aqui.